Jornal Pires Rural - 10 anos de fatos

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Fundecitrus contrata especialista espanhol em biotecnologia



O Fundecitrus contratou o pesquisador espanhol Leandro Peña, um dos pioneiros em transformação de citros no mundo.  O especialista irá reforçar a equipe de biotecnologia da instituição que, atualmente busca a resistência das plantas de citros às principais doenças da citricultura.

Peña é um antigo colaborador das pesquisas do Fundecitrus voltadas para o melhoramento de plantas. Estudos de sua autoria comprovaram que a desativação do limoneno (composto essencial da casca de frutos cítricos) torna as laranjas menos atraentes à mosca das frutas e ao apodrecimento causado pelo fungo Penicillium.

Tal descoberta originou uma pesquisa do Fundecitrus, realizada em conjunto com a pesquisa de Peña, que possibilitou a utilização para a mesma técnica nos estudos de resistência da laranjeira à pinta preta.

A contratação de Peña tem relação com o avanço nestas pesquisas. “Agora temos plantas para testar. Temos resultados muito bons em laboratório, mas precisamos ver seus efeitos no campo”, afirma o pesquisador espanhol.

Para desenvolver pesquisas relacionadas à resistência ao HLB (Huanglongbing/greening) e acompanhar os testes, o pesquisador mudou-se para o Brasil. “É um desafio pessoal e profissional importante”, define. “É um momento crítico para a pesquisa de biotecnologia e os resultados são bastante promissores”.

O estágio da pesquisa de biotecnologia com plantas de citros no Brasil, um dos mais avançados no mundo, foi um dos incentivos para o pesquisador deixar a Europa. O outro foi o trabalho desenvolvido pelo Fundecitrus.

“No Brasil podemos ir com laranja geneticamente modificada para o campo até a frutificação, uma oportunidade de entender a cultura até a produção do fruto. Boa parte por mérito do Fundecitrus que faz um trabalho importante para o citricultor, que não é comum em outros locais do mundo. Tenho muita admiração pelo Fundecitrus”, afirma o pesquisador.

Patrícia Menezes
Jornalista

1ª Conferência Municipal de Esporte e Lazer

A Prefeitura de Limeira convida para a 1ª Conferência Municipal de Esporte e Lazer. O encontro tem por objetivo discutir políticas públicas para a área e eleger os integrantes do Conselho Municipal de Esporte e Lazer.
O tema desta 1ª Conferência é “Esporte: Instrumento de Convivência, Desenvolvimento Humano e Qualidade de Vida”. A palestrante convidada é a professora Katia Rubio, doutora em Educação Física e integrante da Academia Olímpica Brasileira.
Credenciamento e inscrições no local.
Data: 22 de fevereiro de 2014 (Sábado)
Horário: 8h às 17h
Local: Auditório UL-12 da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA)
Endereço: Rua Pedro Zaccaria, 1.300, Jardim Santa Luiza.

Agricultores do semiárido piauiense triplicam a renda com o Crédito Fundiário

Raimundo José Machado Filho na colheita das 60 toneladas de arroz irrigado
Viver no semiárido piauiense produzindo arroz, criando tilápia e gado, e, com isso, triplicar a renda familiar. Esta é a realidade de 55 famílias de beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) da Associação dos Agricultores Familiares de Lagoa, em São José do Divino (PI). Na semana passada, eles deram início à colheita das 60 toneladas de arroz irrigado.
Além do arroz, estão em fase de entrega 16 toneladas de tilápia, já comercializadas. Ambos os projetos foram custeados pelo Subprojeto de Investimentos Comunitário (SIC), recursos não reembolsáveis, disponibilizado pela linha do PNCF de Combate à Pobreza Rural (CPR). O recurso permitiu também que a associação fizesse o cerco da área e as casas, além de instalar a rede elétrica trifásica, irrigar a área produtiva e executar o projeto de bovinocultura e de manejo florestal.

Do sonho à realidade

Segundo o presidente da associação, Raimundo José Machado Filho, as mudanças foram muito grandes. “Estávamos ansiosos pelos resultados e eles estão chegando. Com a venda do arroz, das tilápias e do gado (vendido no ano passado), nossa renda anual passa de R$ 30 mil por ano. E ainda tem a renda da área de manejo florestal e da confecção das mulheres, que não dão conta de atender à demanda. Triplicamos a renda e melhoramos muito nossa qualidade de vida”, completou Machado.

“Eu me criei aqui. Eu e alguns outros associados erámos empregados nessa propriedade. Desde 2011 somos donos, graças a Deus e ao Crédito Fundiário”, comentou, entusiasmado, o presidente.

Trabalho e afinidade
Pela manhã, elas são agricultoras, cuidam da criação, da horta, da casa e dos filhos. À tarde, se tornam empreendedoras na Confecção Afinidade. Essa é a rotina de 22 agricultoras familiares, titulares do PNCF da Associação Lagoa, que adquiriram o selo PNCF Mulher e, com o recurso, montaram uma confecção, responsável hoje pelo aumento da renda familiar de suas famílias.

O grupo Afinidade nasceu com a confecção, em março de 2011, sob o lema “trabalhando a moda com arte, gerando renda e melhorando a qualidade de vida”. Localizada na associação, produz roupa íntima feminina, jogos de banheiro e cozinha. A comercialização ocorre nas feiras, festas religiosas e eventos diversos, onde a marca Afinidade se tornou conhecida ganhando destaque pela qualidade. Hoje, quase três anos após a criação, a confecção tem uma produção estável com um lucro de mais de R$ 1 mil por mês.

Assessoria de Comunicação Social - Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

SNA comemora 117 anos abordando o Cadastro Ambiental Rural

O presidente Antonio Alvarenga e o tenente-coronel Ubiratan Guedes assinam convênio entre SNA e Instituto Trompovsky, ao lado dos diretores da SNA Rony Rodrigues de Oliveira e Antonio Freitas. Foto: Sebastião Marinho

O presidente da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Antonio Alvarenga, recebeu, no último dia 17 de fevereiro, autoridades do agronegócio, políticos e personalidades para um almoço de celebração dos 117 anos da entidade, que aconteceu em sua sede, no centro do Rio de Janeiro. Em discurso de abertura, Alvarenga agradeceu a participação dos convidados e lembrou que neste ano, considerado por ele como “atípico”,  acontecem as eleições e, com elas, surge a oportunidade de chamar a atenção para o setor do agronegócio.

Cadastro Ambiental Rural
Um dos assuntos mais abordados durante o almoço de aniversário de 117 anos da Sociedade Nacional de Agricultura foi o Cadastro Ambiental Rural (CAR). O registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, pretende unir as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente (APPs), das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do Brasil.

Representando a ministra do Meio Ambiente (MMA), Izabella Teixeira, o assessor especial Luis Antônio Correa de Carvalho destacou a importância da implantação do Cadastro Ambiental Rural no Brasil. “O CAR está pronto. E, a meu ver, os brasileiros terão orgulho da construção do instrumento mais avançado do mundo (de cadastramento dos imóveis rurais). E nós poderemos dizer, daqui a um tempo, que dentro das propriedades rurais privadas brasileiras há mais área de preservação e mais floresta preservada do que nas unidades de preservação. Ou seja, o agricultor não estará devendo nada”, finalizou Carvalho.

Discurso
“2014 será um ano atípico, com carnaval em março, Copa do Mundo, em junho, e as eleições, em outubro. É o momento de os produtores se unirem para obter espaço político compatível com a sua importância no cenário econômico e social. Afinal, temos uma agricultura das mais modernas do planeta, somos campeões em produtividade e sustentabilidade, estamos colhendo a maior safra da história do país e geramos excedentes exportáveis de US$ 100 bilhões por ano”, afirmou o presidente Antonio Alvarenga.

Convênio
A comemoração também marcou a assinatura de um convênio educacional entre a SNA e a Instituto Trompowsky, representado no evento pelo tenente-coronel Ubiratan Guedes, que pretende preparar jovens para atuar na área de Segurança do Trabalho. Os cursos acontecem a partir de maio, na Escola Wencesláo Bello, mantida pela SNA, na Penha, no Rio de Janeiro.

Também estiveram presentes, entre outras personalidades, o ex-ministro das Cidades Márcio Fortes, o cônsul-geral da China, Song Yang, o secretário de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro, Christino Áureo da Silva, e o deputado federal Alfredo Sirkis.

Assessoria Comunicação SNA

Estudo propõe modelo de gestão ambiental do rio Pinheiros

É preciso atacar as dinâmicas poluidoras que matam o rio de uma perspectiva processual. Foto:Marcos Santos

Os indicadores de poluição da água do Rio Pinheiros constituem-se em um dos mais graves problemas ambientais da capital paulista. “O impacto de sua poluição causa repercussões graves na saúde pública, no turismo, nos alagamentos, nos transportes, no esporte e lazer da população, para citar os desdobramentos mais evidentes”, afirma o cientista social Ricardo Raele. A partir dessa constatação, Raele desenvolveu, no programa de Pós-graduação em Ecologia Aplicada Interunidades (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”- ESALQ e Centro de Energia Nuclear na Agricultura-CENA), um modelo conceitual para orientar um plano de gestão ambiental do sistema sócio-ecológico que abrange o rio Pinheiros.

Com orientação de Silvia Maria Guerra Molina, professora do Departamento de Genética (LGN) da ESALQ, o estudo foi proposto com objetivo de sanar a deficiência na gestão dos recursos hídricos nas grandes cidades e a carência de metodologias científicas para se lidar com a questão.

O projeto teve apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e foi realizado com a estruturação de um método baseado na teoria de sistemas que possibilitou a descoberta das variáveis de sustentabilidade do Rio Pinheiros a partir de uma abordagem hierárquica e transdisciplinar. “Na sequência, entrevistamos 15 especialistas e os dados foram lançados em um software que calculou o posicionamento das variáveis em um modelo conceitual considerando as suas relações na forma de um mapa”, explica o pesquisador.

A lista especialistas contou com pessoas de formações muito diferentes. De funcionários públicos de empresas de energia, passando por professores, políticos, consultores, jornalistas. “A diversidade dos especialistas foi fundamental para o sucesso da pesquisa”. Foram consultados profissionais da Companhia de Geração de Energia AES-Eletropaulo, Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), Faculdade de Saúde Pública (FSP), imprensa especializada, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA), Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE), Companhia Paulista de Trens e Metrôs (CPTM), Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo FIESP, Associação Águas Claras do Rio Pinheiros. Os dados brutos foram tratados dando origem a 65 variáveis operacionais, objetivas e de relevância para a sustentabilidade do rio Pinheiros.

A partir das entrevistas, as variáveis mais citadas foram: Esgoto sanitário lançado no rio; Rede de esgotos não conectada a ETEs; Apropriação do rio pela população; Promover a visão sistêmica acerca do problema; Desbalanço hídrico da capital (déficit); Poluentes surfactantes; e Rede de drenagem levando poluição difusa. “Ao longo das entrevistas os especialistas notaram que esforços vêm sendo empregados no sentido de diminuir a carga de esgotos que é lançada no rio Todos concordaram com tal fato, mas seria ainda mais interessante pensar em soluções de banheiro seco, liofilização, biocompostagem, wetlands e outras soluções que estão fora do paradigma sanitarista que herdamos do pós-guerra” comenta Ricardo Raele.

Sobre a geração do modelo conceitual, o autor da pesquisa acredita que possa gerar uma discussão aprofundada sobre como poderiam ser organização ações concretas para melhoria do Rio Pinheiros. “É preciso atacar as dinâmicas poluidoras que matam o rio de uma perspectiva processual. Gastam-se centenas de milhões de reais para despoluir o rio, mas será que estamos atacando o problema certo? Não se pode despoluir o rio caso mantenhamos os comportamentos sociais que o poluem. Não há como despoluir o rio se a cultura dos descartáveis permanecer da maneira que está, a cultura sanitarista que usa água limpa para receber o esgoto continuar etc. Para “limpar o rio” deve-se modificar as dinâmicas poluidoras. É sobre as dinâmicas que precisamos nos debruçar, atuar no rio sempre será remediar um problema. Isso exige mudanças profundas na cultura e na tecnologia que envolve a vida das pessoas. Nessa linha, o rio está longe de sair da triste marca da ‘classe IV’, ou seja, um rio morto”, finaliza.
  
Assessoria de Comunicação - USP ESALQ
Caio Albuquerque - Jornalista - caioalbuquerque@usp.br

O Brasil mantém a aposta na agricultura contra a crise dos emergentes

A valorização do dólar e até uma estiagem, que deve reduzir a oferta de alimentos, deixam o setor do agronegócio otimista com as perspectivas para os preços das commodities

Lavoura de arroz sofre com a estiagem e tem queda na produção. Foto:Marcel Menconi
O Brasil mantém a aposta na agricultura contra a crise dos emergentes
A valorização do dólar e até uma estiagem, que deve reduzir a oferta de alimentos, deixam o setor do agronegócio otimista com as perspectivas para os preços das commodities
Enquanto os mercados financeiros globais passam a olhar com desconfiança para os países emergentes, o Brasil mantém a sua aposta nas commodities agrícolas contra a crise que mudou o status do país de bola da vez para patinho feio. Embora tenham caído entre 9% e 25% na Bolsa em relação ao ano passado, os preços das principais matérias-primas agrícolas exportadas pelo país, como soja, milho e açúcar, foram compensados pela alta do dólar. A cadeia do agronegócio corresponde a 25% do PIB brasileiro e em 2013 suas exportações geraram receitas de 82,6 bilhões de dólares, ou 34,5% do total nacional. A expectativa dos exportadores é, ao menos, repetir o número. Em janeiro, o Índice de Commodities agropecuárias do Banco Central (IC-Br) subiu 1,9% e acumula uma alta de 5,9% nos últimos três meses.

Uma forte onda de calor que tem atingido a América do Sul pode causar quebras de safra em diversas regiões do Brasil, que já registram uma estiagem há mais de três semanas durante um período crucial de desenvolvimento das plantas. Isso tem alimentado as expectativas dos agricultores de alta dos preços, já que causaria uma redução na produção em um momento em que a expectativa atual do Governo é de mais um recorde na oferta de grãos. O cálculo final da safra ainda não foi refeito.

Na avaliação de Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura de Lula entre 2003 e 2006, o mercado de grãos em 2014, especialmente para a soja, deve ser bastante promissor. "Os estoques globais atingiram níveis terrivelmente baixos, o que significa que um problema climático que afete fortemente os maiores exportadores já basta para deixar o mercado com uma crise de abastecimento", diz ele.

De acordo com João Bosco Azevedo, gerente comercial da Cooperativa Integrada, sediada em Londrina, no Paraná, os produtores da região estão segurando a soja na esperança de vendê-la a um preço mais alto. “Nossa estimativa é de que 50% da safra atual tenha sido vendida até o começo de fevereiro. No mesmo período do ano passado, nossa região já tinha uma média de 65%. Hoje, é raro encontrar um agricultor que esteja numa situação de aperto financeiro. Já não existem aventureiros”, afirma ele, que trabalha para uma cooperativa que conta com 7500 produtores de grãos e outros culturas e faturou 1,7 bilhão de reais no ano passado.


Produtores rurais de Limeira apresentam trabalho da ONG Viva Pires ao prefeito

Visando estabelecer parceria, foi agendado um encontro entre o grupo de produtores Viva Pires e o prefeito municipal Paulo Hadich. Foto:Jornal Pires Rural

O prefeito Paulo Hadich, reuniu-se com os produtores da ONG Viva Pires. O encontro, realizado na EMEIEF (R) Martim Lutero, teve como objetivo apresentar a Hadich o trabalho da ONG, que obteve a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), tornando-se a única da cidade a ter este documento que permite o fornecimento de sua produção para a alimentação escolar. Com este documento, os produtores da ONG conseguem acessar os programas de aquisição de alimentos. “Estamos nos apresentando ao prefeito para firmarmos possível parceria para o fornecimento de alimentos para a merenda escolar”, disse o presidente da ONG, Marcel Menconi.

Também participaram da reunião o vice-prefeito, Antonio Carlos Lima; e os secretários da Educação, José Claudinei Lombardi; da Agricultura, Abastecimento e Apoio à Zona Rural, Marcelo José Coghi; além de funcionários do Departamento da Alimentação Escolar da Secretaria da Educação.

De acordo com Menconi, a ONG existe desde 2007 e tem o intuito de unir forças nas reivindicações para que o poder público cumpra seu papel frente às necessidades da população da área rural quanto à segurança, saúde, educação, conservação dos recursos naturais e transporte público. “A ONG acredita que a parceria com a prefeitura pode trazer resultados concretos para o desenvolvimento rural local, por meio da valorização do trabalho do homem no campo”, disse.

Conforme Hadich, o secretário de Agricultura esteve em Brasília e obteve o cadastramento de Limeira no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que transfere recursos aos municípios para aquisição de gêneros alimentícios destinados à merenda escolar. O prefeito pontuou algumas melhorias realizadas no primeiro ano de governo na área rural, que beneficiam os moradores e produtores rurais, como manutenção das estradas rurais e combate a problemas com segurança. “Além do roubo e furto, temos que nos atentar aos crimes ambientais, como parcelamento irregular e fossa negra”.

Outro assunto abordado durante a reunião foi a Feira do Produtor, um espaço destinado para a venda de produtos da agricultura familiar. “Temos que oferecer algo aos produtores para combater o desperdício. Nada impede que o produtor limeirense também forneça até para a Central Estadual de Abastecimento, a Ceasa”, falou Lombardi.

O prefeito e o secretário da Educação pediram agilidade, visto que os alunos da rede municipal retornam às salas de aula no dia 6 de fevereiro.

Ao final da reunião, os presentes abordaram melhorias para o bairro, como manutenção das estradas rurais, asfaltamento da estrada do Zé do Pote e segurança, entre outras. Coghi informou que a prefeitura está buscando recurso federal junto ao Ministério das Cidades para alargar a estrada da rotatória do bairro até a Anhanguera, inclusive com a implantação de ciclovia. “Esta estrada será a entrada para o turismo rural da cidade”, disse Coghi.

Novas reuniões serão realizadas entre a ONG Viva Pires e a Prefeitura para firmar a parceria

Secretaria de Comunicações - Prefeitura de Limeira

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Novo site Jornal Pires Rural está on line


Já está no ar o novo site do Jornal Pires Rural. Estreando 2014 com um novo designer ágil e simplificado, para os nossos leitores encontrarem rapidamente as últimas reportagens publicadas em nossas edições impressas. Nossa meta é a cada semana trazer atualizações e novidades, em breve estaremos nas redes sociais para melhor interagir com nosso público. Clique aqui e boa viagem!

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